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terça-feira, 31 de março de 2009

A vida, o amor, a dor

Numa visão feminina, idealizada, do amor romântico, sempre achei muito inspirador me deparar com um casal de idosos, juntinhos, de mãos dadas, aparentemente em paz, felizes.
O tempo e a vida me mostraram que quase sempre as aparências enganam.A imensa maioria mantém a união por necessidades financeiras, sociais e porque não dizer afetivas; não porque o amor os tornou "felizes para sempre".
Quando conheci os amigos a quem vou renomear como Olavo e Maria voltei a acreditar que o convívio com amor perdura por anos e anos.O carinho leal, atencioso, companheiro, sempre me pareceu estar presente nestes mais ou menos 12 anos em que muitas vezes partilhei com os dois o mesmo tempo e espaço.
Maria, olhinhos verdes, vivazes, brilhantes, com invejável vontade de viver intensamente e retribuir com equivalência toda atenção com que foi agraciada.
Única mulher entre vários irmãos, muito mimada pelo pai, marido, filhos, netos e bisnetos
Por outro lado se dedicava à família, sendo uma avó ou bisavó adorável.
Sempre me ofereceu um cuidado quase maternal e foi impossível não amá-la.
Como a vida é madrasta, e não mima ninguém: já faz mais de um ano minha
amiga começou a ficar alheia, apática, diferente e todos questionávamos: O que acontece? Será a audição que não a deixa participar dos bate papos?
Que triste!!! Está doente, tem um mal que vai roubando a identidade, a memória, os amores, tudo enfim.
Minha amada e amável amiga já não está por trás dos lindos olhos verdes, que perderam o brilho.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Saber viver

Do meu Universo partilha uma criatura que as vezes tenho que tocar pra confirmar que é real.
Doce, meiga, sensível, amorosa e assim poderia desfiar um rosário de qualidades, mas como nada é perfeito tinha que ser, digamos, "ZEN" demais pro meu gosto,pois sou muito elétrica, tudo tem que ser agora.
Dependendo da ótica, o problema aqui sou eu. Muitos devem concordar: viver na sua ou ser zen devem fazer parte da listinha das qualidades.
Nunca entramos em conflito, pois quando chego como um tufão querendo isto ou aquilo pra"ontem"; não retruca, nem esperneia.Me presenteia com aquele sorriso maravilhoso e retorna: Sim mamãe, já vou providenciar, fique calma, relaxe.Comovida com tamanha gentileza esqueço momentâneamente o problema que me deixava sem ar.
Horas depois percebo, estupefata, que nada do que exigi foi providenciado e dou de ombros.Já não importa, a urgência passou.
Será que essa já veio com um botão de como saber viver diplomáticamente?

domingo, 29 de março de 2009

È Fantástico

A pouco indignada, resolvi usar meu livre arbítrio plenamente. Desliguei a TV.
Domingo, li os jornais, revistas semanais, passando e repassando as inúmeras más notícias sobre a economia mundial, casos de corrupção, sonegação etc e tal. Revi detalhes abomináveis sobre assassinatos de crianças, estupros; a mais inusitada e insana coreografia de horrores, com a qual nunca nos acostumaremos.
Após servir a tradicional "pizza domingueira", aos meus humanos quase passarinhos ou vice versa, que como sempre aguardavam com os adoráveis biquinhos abertos; instalei-me confortávelmente, predisposta a assistir amenidades na revista eletrônica "Fantástico". Que nada!! Em mais de uma hora as matérias só retrataram violência e mais violência (nada contra o trabalho jornalístico), e 1(umazinha) só sobre um assunto relativo a relacionamentos. Será que é mesmo necessário exacerbar, dando tanta ênfase a crimes sórdidos? Será que não estamos fazendo uma espécie de didatismo ao inverso?
Por favor, ninguém merece!!!! Será que não dá pra programar um quadro musical, ou informação cultural que nos faça refrescar a cabeça sem essa fixação em pisar e repisar detalhes de crimes?
Pelo menos na noite de domingo seria "Fantástico" ter uma programação mais leve e solta. Obrigada

sábado, 28 de março de 2009

Parabéns para mim

Na infância tive exatamente 7 festas de aniversário. Festinhas simples, sendo os quitutes deliciosos preparados pela Dona Afra mesmo, com seus fantásticos dotes culinários. Abominava cozinhar no dia a dia, mas pelas minhas lembranças adorava receitinhas novas para os docinhos da festa e os salgadinhos preparados com esmero.
Ah os bolos eram um capítulo a parte. Não tínhamos confeitarias fabulosas para fazer uma encomenda e buscar prontinho aquele com sabor, cobertura ou forma desejada.
Eram também feitos em casa com os dotes artísticos e dedicação especial das mães e constante acompanhamento das crianças da casa, ora lambendo um resto de massa que ficou na vasilha, na colher e petiscando os docinhos especiais comprados .
Para nosso deleite, mamãe tinha uma amiga, muito próxima, a médica que fez meu parto em casa à moda antiga, que tinha como hobbie fazer incríveis bolos decorados, que para nós pareciam "verdadeiras maravilhas" plagiando outra pessoa muito querida. Numa festa, vinha uma linda boneca devidamente vestida e até tinha complementos como sapatinhos e bolsa de chocolates; no ano seguinte uma caixa aberta repleta de chocolates e doces delicíosos e dos que recordo com detalhes, uma imensa borboleta multicolorida. Esse tipo de atenção fazia uma menininha muito feliz por receber tanta carinho.
A melhor parte eram os presentes. Sempre fui ansiosa e agitada e não aguentava esperar meus amiguinhos chegarem sentada calmamente dentro de casa. Ficava
de plantão no portão e quando alguém aparecia na esquina corria ao encontro, resgatava o que achava ser para mim das mãos dos mesmos. Não conseguia conter a curiosidade e ia desembalando rapidamente pra conferir o conteúdo.Acho que na última destas festas fui tão afoita e destrambelhada pra tirar das mãos da amiguinha o objeto que iria me entregar: no caminho em direção à casa, corri, caí e o belo presente se transformou em cacos sem esperança de emendar ou algo qualquer. Inconsolável chorei até adormecer. Pela perda de uma adorável galinha de porcelana que nunca esquecerei.
Hoje, muitos anos depois, é meu aniversário. Não existe mais aquela menininha desejosa de festas e presentes. O interessante é que por coincidência nessas fases pré ou pós meu natalício, recebo diagnóstico hora de uma, em outro ano de outra, dessas doenças controláveis que exigem o consumo quase religioso de remédios de uso contínuo e o controle alimentar. Gostaria de ter de volta meus bolos de boneca e todo aquele paparico, mas ficarei satisfeitissima com mais um pouco de saúde, amor e paz.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Loucura, loucura, loucura

Os noticiários estão repletos de fatos que nos dão conta de que o ser humano está cada vez mais descontrolado. A uma ação que não agrade a reação é desproporcional
e geralmente com muita violência.
As informações nos atingem de imediato.Sabemos quase que em tempo real que um estudante alucinado (apesar de muitas vezes ter a frieza de planejar com detalhes cruéis) matou e feriu dezenas de pessoas, mesmo que em hipótese a ação tenha ocorrido na Conchinchina.
Pior ainda as centenas de casos de violência familiar onde namorados, amigos e até amantes enlouquecidos matam suas companheiras(consideram-nas objeto pessoal) e demais parentes ou não, que tiveram a má sorte de estar no lugar e hora errados.
Cada vez me convenço mais da sabedoria impagável da minha querida tia Gê quando me conta: filha, meu neto pretende estudar Sociologia, e estou tentando fazê-
lo mudar de idéia, não que me falte admiração por esses profissionais, mas porque o mundo está precisando de muuuuiiiitoooosssss psiquiatras!!!!!!!!!! Há um campo de trabalho enorme. Só vejo e ouço falar de loucos!.
Difícil discordar de tal argumento.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Livros parceiros de vida

Exceto pela fase em que aproveitei ao máximo a delícia de ter meus bebês e acompanhar intensamente seu desenvolvimento, curtindo cada fase, cada nova conquista, até se tornarem relativamente independentes e pudessem realizar algo sem supervisão; tal como tomar um banho sem assistência, fui e continuo sendo uma leitora contumaz.
Leio qualquer gênero: romances, aventuras,(desde que um rápido passar de olhos por algumas das páginas concretize a expectativa de gostar do estilo e do desenvolvimento da trama), mas atualmente os meus favoritos são as biografias. Escarafunchar detalhes da vida de pessoas que estão ou estiveram ocupando espaços e tempos diferentes no planeta terra me fascina. Saber de suas batalhas pessoais, políticas, sociais é encorajador, comovente e me motiva a encarar meus próprios embates sem esmorecer.
Atualmente ando atrelada a um calhamaço de papel encadernado intitulado "O Sári Vermelho" de Javier Moro. O personagem central é Sonia Gandhi.Italiana, que apaixonada por Rajiv Ghandi, filho de Indira , e impulsionada por este amor adotou um país exótico, inserida no seio da família destinada a governá-lo por gerações, tendo como consequência inúmeras tragédias pessoais.Recomendo a todos.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Banzo

Amanheci com "banzo"; nossos pobres africanos escravizados eram arrancados de suas casas, famílias, pátria, levados por mares revoltos, amontoados em porões e por fim aprisionados sem esperança alguma de voltar ao antigo "status quo".
À melancolia decorrente de todo esse trauma chamavam de banzo.
Minha comparação a esses sofredores que por aqui viveram e morreram pode até parecer ridícula e digna de severas críticas, mas adoro este termo e acho que não se incomodariam que o usasse esporadicamente.
Sinto uma estranha dor por algo que nunca tive, senti ou perdi e o pior: não sei porque.Certamente não devo ser a única com esse estranho sintoma. Quando estou assim pareço mergulhar em águas profundas e sombrias mas nunca me entrego. Reajo,
esperneio, me debato, consigo voltar à tona, encho o peito de ar e vou adiante.
Como algum poeta já o disse com muita propriedade:"caminhar é preciso".

terça-feira, 24 de março de 2009

momentos

Na infância, no norte do Paraná, muitas vezes quando era mais necessária , (à noite) a energia elétrica dava adeus e só voltava no dia seguinte.
Nestas ocasiões nós crianças, brincávamos na rua com a meninada da vizinhança e os adultos conversavam muito, contando "causos" tão interessantes que normalmente largávamos as brincadeiras para acompanhar o enredo e o epílogo. Só a chuva mudava esse panorama quando tínhamos o que hoje chamam de apagão; quem já era alfabetizado ficava tentando ler à luz de velas ( apesar das repreendas maternas),
Trocávamos figurinhas, jogávamos bafo ou qualquer antigo jogo de tabuleiro.Não tenho a mínima idéia se já frequentava o Sagrada ou não, mas certamente na época já reconhecia o certo e o errado.Ficava monitorando os adultos e a qualquer distração, surrupiava uma vela e escondidinha em baixo da mesa, (olha que perigo) pingava inúmeras bolinhas da parafina derretida, quente ainda, no dorso das mãos. Não sei se pela adrenalina da transgressão sentia uma plena sensação de júbilo.
A simplicidade e a pureza da infância me permitiam ser feliz com mínimos prazeres.O excesso de parafernálias modernas, inúmeros relacionamentos falidos nos tornam amargos, incapazes de ter a percepção que a felicidade não é um sentimento estanque. Somos agraciados em alguns momentos fortuitos,incontroláveis e tbem não
podemos subornar nada ou ninguém para conseguir vislumbra-la.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Meu amigo e o amor

Encontro este amigo amiúde e batemos longos papos. Rapaz de sorriso largo, muito belo por sinal, ( o dono do sorriso tbem possui estampa de altíssimo quilate).
Continuando a formatar com pinceladas fortes suas características; diria que é bem formado, bom caráter, inteligente além de culto, apaixonável e amoroso.
Além do já exposto tem um lado artístico pra melhorar o currículo,toca "bem" mais de um instrumento e canta. Parece perfeito!!!!!
Ouço inúmeras mulheres reclamando de defeitos de namorados, noivos, maridos e outras inconformadas por não encontrar o parceiro ideal.
Meu camaradinha em questão está sem namorada, paixão ou seja lá o que for.
Qdo questiono os motivos de estar se acomodando nesta situação ou seja, prefere ficar sozinho; responde sem hesitação: minha amiguinha, amo as mulheres, mas ela adoram a idéia de tornar tudo complicado

domingo, 22 de março de 2009

Crise e o Meio Ambiente

Dá uma tristeza daquelas cansadas ler os jornais on line ou os de papel mesmo, aqueles que sujam as mãos, todos os dias anunciando catástrofes que já estavam previstas ( O Alan Greenspan vinha alertando o mundo financeiro : é uma bolha, vai explodir a qualquer momento, está muito exuberante a economia e dá-lhe palavrório). E eis que aí temos a grande crise do século 21.
Por falar no Sr. Greenspan, com a minha limitada experiência econômica desde os prenúncios do estouro da bomba, sempre pensei que ele era a única pessoa com poder econômico e político pra parar a demanda desenfreada por dinheiro para gastos em supérfluos pelo povo americano. Por que não começou a elevar a taxa interna de juros há no mínimo 3 ou 4 anos qdo começou a fazer previsões sinistras??? Até agora não entendi!!!!
Bem, de nada adiantam minhas lamúrias agora.; O que queria contar é que hoje li na revista semanal que assino, a 1a notícia boa depois da malfadada crise. Diminuiu a poluição causada por indústrias ineficientes de países emergentes, bem como da Europa, China etc e até o desmatamento na Amazônia.
Isso não diminui a gravidade e a tristeza que essa praga vem provocando, mas com certeza os governos vão repensar a maneira como exploram a natureza para gerar renda e divisas e as pessoas devem diminuir o consumo desenfreado.Utopia? Tomara que pelo menos em parte não.

Scott

Sempre amei bichinhos;(menos baratas, ratos e aranhas) qto as formigas, apesar de considerá-las trabalhadoras admiráveis, louvadas em vários textos, inclusive nos clássicos, últimamente estão me dando uma canseira danada pois resolveram invadir minha cozinha; acho que não faço mais parte do fã clube.
Tenho um cãozinho adorável chamado Scott, sempre brincamos que o Scott não é um cachorro de companhia; é um cachorro que quer companhia. Sempre alegrinho, brincalhão e agitado o meu " meninão" teve uma período curto de vida saudável. Antes dos 5 anos um problema de coluna o deixou paraplégico. Foi operado por excelente cirurgião, recebeu toda atenção e cuidados necessários ( fisioterapia, acupuntura), gastei além do que podia e devia mas não se conseguiu ajudá-lo em nada. Ficou com retenção urinária (por onde se arrasta fica uma esteira de xixi).Por esse e aquele motivo não pode circular por todos os lugares onde estamos.
Tudo isso tornou o meu mascotinho uma criatura infeliz, insatisfeita, chorosa. Dá um trabalhão e eu mesma não tenho saúde pra dar e vender pra proporcionar todos os cuidados necessários. Sempre digo que daqui a 2 semanas vou mandar acabar com seu sofrimento, mas nunca me encorajo. Até onde eu e meu bichinho vamos suportar?????

sexta-feira, 20 de março de 2009

Deita, Levanta

Se vc transitou pelos anos 60 deve lembrar da propaganda do tergal. "você senta levanta, senta levanta" e sua roupa está sempre lisinha. Não precisa passar. etc e tal, pois não me lembro do jingle integralmente.Era apenas o lançamento dos tecidos sintéticos no Brasil. Que atire a primeira pedra quem não desfilou garbosamente com uma camisa "volta ao mundo". Era o fino da bossa no auge da bossa nova. Não havia desodorante que desse jeito nos aromas oriundos das axilas pois na troca do linho pelo nylon não se pensou nesse pequeno detalhe.; o material moderníssimo não permitia a circulação do ar, mas mesmo assim tínhamos a sensação de estar na vanguarda da tecnologia. Quantas pedras rolaram nos caminhos e quanta evolução nessa área. Hoje temos tecidos sintéticos e naturais com propriedades nem sonhadas pelas adolescentes pré era hippie. Apropriados pra nadar com melhor performance, pra modelar e realçar as formas do corpo, lençóis com milhares de fios de algodão para ficar mais macios e com toque aveludado. Pois é, nem os lençóis (nem tão macios assim), me salvaram de mais uma noite de "Vc deita e levanta, deita e levanta". É irônico como alguns detalhes aparentemente insignificantes se repetem vida afora. Só um detalhe: meu pijama nem está tão lisinho!!!!!!!!

quarta-feira, 18 de março de 2009

Roupas e a Maturidade

Amo roupas. Com certeza pertenço àquele grupo de mulheres que preenche seus vazios existenciais procurando aquela peça que vai deixá-la mais jovem, mas elegante e até mais sedutora. Se vc faz parte da minha equipe já deve ter percebido que as confecções não se preocupam com as mulheres de meia idade(vovós ou vovozáveis).As peças, em sua maioria são criadas para jovens e algumas "peruas" que não se importam de ficar ridículas em vestimentas que apenas ressaltam os defeitos de suas versões envelhecidas.Parece cruel mas é a realidade nua e crua. Sempre tive um corpo dentro dos padrões normais.Quase tudo que provava parecia ficar bem.Hoje é um Deus nos acuda; além de algumas mudanças naturais com o passar do tempo parece que estou ficando cada vez mais crítica em relação ao que vejo refletido no espelho. Sinto-me ridícula em quase tudo que visto.Não quero mostrar os braços, pois já tem aquela linda forma de torno(meio gordinhos);nem o colo e o pescoço(começando a enrugar e ficar pintadinhos). Manchas senis. Bonito nome não concordam? As pernas ainda estão razoáveis, só que a saia não pode ser muito curta pois não fica elegante em uma senhora. Vamos mandem idéias precisamos criar um esquadrão da moda pra orientar as de 45+. Que tipo de roupa deixaria as vovós sem parecer que o são ao primeiro olhar e nem grotescas peruas?

terça-feira, 17 de março de 2009

Mais do mesmo

Retomando o assunto da polêmica com o Paraguai, quero lembrar a quem não acompanhou a construção da Itaipu Binacional que o vizinho não colocou sequer um real na obra de construção da Usina.O Brasil emprestou ao"amigo" milhões de dólares que ainda não foram integralmente pagos, em forma de energia gerada pela mesma.Precisamos estar atentos a essa negociação; mas confesso que fiquei agradavelmente surpresa com a 1a tomada de posição do Ministro das Minas e Energia; (do qual não sou fã ardorosa,pois está altamente empenhado em criar uma nova estatal para explorar o pré sal.Por que uma nova Companhia Petroleira? Já temos a Petrobrás uma das mais eficientes do mundo e podemos fazer parceria com empresas multinacionais que detém a tecnologia necessária. Seria mais um trunfo poderoso a ser usado pelo seu partido?).
Voltando a celeuma criada por Lugo, a reação de Lobão foi supimpa!!!!!Colocou a boca no trombone e com firmeza disse que o Paraguai ainda nos deve muito!!!!
Parabéns senhor Ministro!!!!! Por enquanto.....

Brasil, Paraguai Itaipu

Um absurdo!!! Sempre faço as postagens deixando passar erros. Faltando letras, pontuação errada. Desculpem; mea culpa, mea culpa, mea culpa.
A política externa brasileira, no governo Lula principalmente, tem sido irritantemente condescendente com os neoditadores latino americanos.Se travestem de democratas e depois revelam sua faceta obscura, usando os mais sujos subterfúgios pra conseguir este intento.O poder é o maior dos alucinóginos,não existe nada comparável..Morfina, cocaína, LSD, metanfetaminas nada provoca tantos "baratos" como ser o maioral. Bem,voltando aos nossos"muy amigos" do Continente: A Bolívia abocanhou altíssimos investimentos (tudo prontinho e funcionando) da Petrobrás.A Argentina não para de querer sempre levar vantagens nas transações comerciais"geralmente leva". Houve também perdão de dívidas.Do Uruguai se não me engano?? Cabecinha, cabecinha , não és mais a mesma.O Brasil é a nova mãezona da sempre depauperada América Latina.Expostas minhas razões, foi natural sentir arrepios ao saber da pretensão do novo presidente paraguaio Fernando Lugo Será Fernando mesmo???São muitas informações pra minha cabecinha. O gracioso se elegeu batendo nesta tecla e agora está tentando colocar em prática: Elevar dos R$ 109 Mil
para algo em torno de 1 bilhão e 800 milhões o valor que o Brasil paga ao Paraguai pela energia de Itaipu.Modesto ele não? Acho que todos temos que nos ouriçar mesmo.Quem será que vai pagar a conta? No próximo post direi mais sobre o mesmo assunto colocando os pingos nos iiiiiii!!! E íncrivel elogiando 1 (uma) só uma atitude de um Ministro do atual governo

segunda-feira, 16 de março de 2009

Mulhere, mulheres e mais coisa de mulher

Qdo me deparo com problemas decorrentes do envelhecimento, da perda da beleza, dos "feromonios "que são o " essencial na atração sexual ou amoroso, da saúde, antigas referências;brinco dizendo o seguinte: ao invés dessa decadência lenta e por vezes dolorosa, as sociedades poderiam enfileirar as mulheres de 45 ou mais e proporcionar-lhes uma morte rápida.Que fique bem claro "brincadeirinha né", senão algum Hugo Chavez da vida já vai querer aproveitar minha abominável idéia .Não devo ser levada a sério pelo seguinte: a) Não fiz pesquisas por amostragem B)Não tem nenhum embasamento científico, filosófico ou sóciológico.Baseia-se apenas em em episódios de baixa estima , pinçados esporádicamente do meu dia a dia. Mas posso afirmar que há uma evidência bem palpável a respeito .Vc conhece muitas" senhorinhas "dessa faixa etária realizadas e voltadas para a própria satisfação pessoal? São raras. A maior parte vive em função da família esquecendo-se de preencher as próprias necessidades.Acho que já está programado no Dna.Não serão palavras vãs que farão alguma mudança ocorrer de imediato. Mas como ainda não está proibido tocar no assunto delicado rebelemo-nos!!!!!!

domingo, 15 de março de 2009

Um tema polêmico

Logo depois da morte do meu pai fiz um comentário no mínimo estranho:Se fosse possível gostaria de transplantar partes do cérebro dele aos meus filhos. Pensei ser uma perda irreparável de cultura e experiência dos 81 anos dedicados a sorver com sofreguidão tudo que lhe trouxesse novos conhecimentos.Papai era ateu.Sempre que lhe perguntava o que lhe ocorreria depois que morresse,(talvez preocupada com a salvação de sua alma)
Invariavelmente recebia a seguinte resposta: Minha filha agora eu existo, depois vai ser o nada. Sou um pouco diferente; acredito em uma força superior que comanda este Universo imensurável e nas criaturas que nele vivem por ínfimos períodos de tempo comparado a enormidade do tempo cósmico , mas não acredito nas religiões criadas por homens poderosos que querem controlar, manipular os mais fracos e tementes a Deus.Nem cabe aqui comentar as terríveis atrocidades cometidas através da história em nome desta ou daquela religião.Não acho que Deus aprove tais atos,tampouco aprovaria o despreparo do Arcebispo que excomungou todos os envolvidos no caso da menina de 9 anos violentada pelo padastro, menos o estuprador.Fiquei pasma ao ouvi-lo declarar que era mais importante preservar a vida dos fetos que eram inocentes e que eram mais importantes que a vida da própria.(ela não seria inocente?)repercutiu tão mal que o próprio papa já o desautorizou para preservar a imagem da igreja.Penso que se a igreja condena o aborto até nestes casos que colocam vida da mãe em perigo ela deve tomar medidas práticas tais como: assumir todos os riscos e até se responsabilizar pela sobrevivência e educação de todos os envolvidos(mãe e filhos).
Admiro os que tem uma fé inabalável e seguem fielmente uma religião, pois possuem uma muleta poderosa para as horas de aflição.Só vejo uma qualidade fantástica nos ateus, nunca vi, não li, ou ouvi falar que tentem arrebanhar infiéis para o seu lado...

Paixão e Apaixonados

Se numa enquete destas banais em jornais, revistas, revistas eletrônicas viesse a seguinte questão: O que vc gostaria de ter mais em sua vida? Com as alternativas- a)< mais dinheiro? b)< mais saúde? c)< mais paixão? d) mais amigos?. Tenho uma convicção que grande parte das mulheres escolheria a alternativa "C". Não que os homens sejam desapaixonáveis ou não gostem de se relacionar; mas com certeza as mulheres se entregam de cabeça qdo pinta romance no ar. Qdo se está apaixonada nada mais importa vc vive num mundo a parte cheio de frisson, tremores, emoções variadas que plagiando aquela propaganda de Cartão: "Não tem preço" Conheço algumas pessoas, poucas é verdade; que continuamente se apaixonam e estão sempre namorando, apesar de terem 60,70, 80anos ou mais até.Capacidade invejável, meu cotovelo chega a formigar, talvez até inche , diante dessa constatação maravilhosa. Deveríamos todas ser aptas a ter paixões cíclicas mesmo que fosse pelo mesmo parceiro. Não dizem que a paixão só dura 3 anos? De 3 em 3 anos se teria uma existência fantástica, sempre com aquele friozinho na barriga na expectativa de se encontrar o" objeto "de tal sentimento. Melhor do que isso? Só dois isso.

Caraminholas, amigos

De repente, na última madrugada, percebo que a principal responsável por ainda estar acordada em "Altas Horas" plagiando o Serginho Groissmann (Será que é assim mesmo?) é a dúvida sobre próximo assunto que vou postar no blog; Espera aí mulher, seu principal objetivo não era botar tudo pra fora e não ter caraminholas na cabeça??? Virei para o lado, chacoalhei o lençol e dormi como um bebê sem cólicas. A esta altura do campeonato posso contar meus verdadeiros amigos nos dedos.Com muito esforço os das duas mãos.As mulheres ou talvez ao ser humano em geral é muito complicado para conseguir compartilhar bons e maus momentos.Até nos casamentos, que são regidos por contrato as condições iniciais não são mantidas e compromissos rompidos; imaginemos nas amizades onde as situações mais adversas preparadas pela dureza da vida são lançadas como buscapés em festa de São João. Uma se casa com alguém que não simpatiza com sua estampa, outra vai morar longe,pra lançar numa geladeira outro encontro que estava indo tão bem, vc não consegue controlar a língua e fala exatamente o que pensa sobre suas idéias, modo de se expressar ou agir. Mesmo com o equilíbrio que deveria vir com a meia idade consigo sim e acho isso inerente a condição humana; trocar as mãos pelos pés e estragar algo que estava indo tão bem e de repente nem me tocar e ficar com aquela triste interrogação. O que aconteceu? O que será que fiz?

sábado, 14 de março de 2009

Pode parecer preguiça, acomodação ou até depressão, mas estou cansada de ser a responsável pela alimentação da família.Minha mãe odiava cozinhar e propalava isto aos 4 ventos pra quem quisesse ouvir ou não.Pelo contrário até gosto. O que me desgasta é ter que pensar no que fazer, sair pelos mercados da vida a cata dos ingredientes(pelo menos não tenho que caçar né???), chegar em casa tirar a carga do carro, guardar e colocar mãos a obra na cozinha, principalmente nos fins de semana.Todos ficam dormindo enquanto eu azafamada prepara saladas, diferentes tipos de carne pois uma é alérgica a frutos do mar.;outro não gosta de bacalhau. Mãe, esta semana já comemos muita massa.Este peixe não ficou entre os 10 mais e por aí afora.O meu parceiro de vida diz que sou munheca porque prefiro encostar a barriga no fogão a ir a restaurantes.pode ser que neste aspecto eu até seja parcimoniosa com meu rico dinheirinho mesmo, mas tenho outros motivos pra continuar me sujeitando a algo que não está me agradando.1-Restaurantes com filas de espera 2- Ter que acordar todo mundo 3- Alguns preferem ficar sem comer a sair de casa no domingo 4- Comidas muito gordas e temperadas 5- Conta salgada. Resultado: vou continuar com a barriga quentinha e meu tutuzinho vai ficar quietinho no banco.Continuarei com meu grito de guerra. ALMOÇO!!!!!!!!!

Momento zumbi

Tenho vontade de escrever mas não consigo fazer um encadeamento ideal de idéias.A insônia pegou firme madrugada adentro. Dela resultou meu texto anterior truncado, com erros de português e de datilografia.Com minha" altíssima "experiência em informática simplesmente consegui fazer desaparecer o rascunho.Quase me descabelei tentando resgatá-lo sem ajuda de ninguém a não ser do silêncio soturno da escuridão noturna.Nesta manhã estou com o que chamo de cabeça de zumbi sem o meu reparador soninho.Não posso indiciar um culpado.Não tenho fortes provas de que foi a apneia as pernas que não se acomodam ou ainda meus sempre agitados pensamentos.Melatonina, rivotril e até aspirina.Nada tem ajudado.Já estou tentando justificar meus erros com probleminhas mecânicos de funcionamento da máquina corpórea, mas verdade seja dita: Nunca tive um português castiço como diria Vieira, Assis, Camões ou diabos que o partam.Fico dezenas de anos usando-o apenas para preencher cheques ou anotar a lista do supermercado e agora tenho a ousadia de querer me expressar como uma Doutora Honoris Causa. Apesar de que tenho mania de usar algumas palavrinhas não tão corriqueiras assim e minha filha na época do pré vestibular retrucarcom um sorrizinho maroto; Que palavrinha supimpa!! Vou usar na minha redação!!!!!!.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Lula, Maluf,Minha mãe e a Crise

Qdo éramos crianças antes das sessões de cinema passavam alguns documentários, noticiários e minha irmã Iná (meninota ainda) ficava enjoada qdo surgia a figura do Magalhães Pinto, fundador do já extinto Banco Nacional. Aquele da propaganda do guarda chuva (não sei se tem traço de união).Passados alguns anos surgia no cenário político nacional o nosso querido Presidente, com um rosto de feroz líder sindical.Nunca fui militante do PT de carteirinha, mas sempre o defendia e apoiava com unhas, dentes garras e tudo que estivesse ao alcance das mãos e da língua.Minha mãe, sempre reacionária nas questões políticas era simpatizante do regime militar e como paulista d
e berço e italiana de origem a fã número 1 do político professional Paulo Salim Maluf.Nesta época era ela que se sentia mal e perdia o apetite qdo via a cara daquele "comunista"ainda se achava que tinham criancinhas como prato predileto.Nossos maiores entreveros ocorreram motivados por alguma crítica que uma fez ao ídolo da outra.Eu uma adolescente idealista e irredutível como é bem próprio da idade e ela por sua vez não deixava por menos nunca se dando por vencida e acabávamos cada uma bicuda pra seu lado.Hoje sou a pessoa da família que herdou a mania de ter engulhos provocados pelo rosto, ou pelos chavões ditos sem o mínimo embasamento pelo que deveria nos guiar a um porto seguro na saúde, educação, segurança e economia.Pelo menos.A marolinha se transformou num tsunami que vem varrendo tudo em efeito cascata, como a brincadeira dos dominós. Atingiu com uma rapidez incrível a área restrita do meu lar. Atualmente tenho um filho de mais de 30 anos, de luto ,por que foi demitido com a desculpa da crise ,por uma prestadora de serviços a poderosa estatal que toca sob a batuta do meu antigo ídolo e desafeto unilateral da minhã mãe.Vc não governa para a Classe Média Lula? A marolinha chegou e veio forte pra derrubar gente bem preparada.Vamos trabalhar tbem pelos cidadãos bem formados, competentes.Cabeças que apesar da crise parecer pior lá fora ,estão sem opção no Brasil começam a receber propostas do exterior. PraAcorda compadre Lula não virar o disco e continuar o círculo vicioso continuaremos com nossos despossuídos recebendo apenas assistencialismo do governo.O que vai acontecer qdo a era Lula acabar e eles forem incapazes de produzir para sua subsistência^?

Resgates

Um fenômeno interessante está ocorrendo em minha vidinha sem graça.Os últimos 6 meses estão propiciando reencontros prazeirosos. Momentos daquele que vc quer prolongar. Um colega de Faculdade que não via a quase 30 anos liga dando notícias.Passo 10 dias com duas amigonas em uma praia tranquila, falando abobrinhas, rindo desbragadamente e relembrando dias maravilhosos do fim dos 60 qdo não sabíamos de nada que ia acontecer, quem ia casar com quem, morar onde ou fazer o que.Tentando resgatar pelo menos um resquício daquele descompromisso total, querendo sorver tudo de bom que o mundo podia oferecer.Novas "antigas amigas retornando à superfície e ficando mais fácil o bate papo tranquilo, gostoso, entrosado e que aquece a bessa qualquer coração chacoalhado pela dura vida.Que delícia, que maravilhosa essa capacidade de resgatar o que é bom na vida e seguir sem saber pra onde numa boa.

Angústia

Meu bebê está com angústia; o que tbem não me deixa bem. Sei bem como é.Um aperto no peito que quase não permite respirar e parecer estar num túnel negro sem saída., sequer uma luzinha que permita saber qdo se vai voltar ao mundo normal. Simplesmente se sentir bem, viva, normal.Já fui tachada de controladora.Gostaria de ter o controle num momento destes para mandar essa sensação horrível embora do corpinho delicado, da cabecinha tão frágil, da criatura amada e amorosa.Nestes momentos gostaria de ter uma fé cega a nortear nossos caminhos, a orientar, a esperar ajuda.Mas a força superior na qual acredito tem tantos afazeres , tantos entes vivos ou não pra cuidar ,que não lhe sobrará sequer um atimo de segundo para apaziguar a coraçãozinho oprimido.Não suporto ver qualquer dos meus filhos com dor ou sensações ruins. Sempre prefiro que fosse em mim, mas não é assim que funciona.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Meu blog

Inacreditável.Eu, uma quase analfabeta em informática, acabei de montar meu blog.Sou da época em que crianças não podiam mexer nos botões dos poucos aparelhos que tínhamos em casa, pois já vinham gritos de pare de bulir com isso menina!!!! Vai quebrar . Invariavelmente tirava as mãos frustrada por não poder explorar o objeto proibido. Qdo instigada pela curiosidade de tal modo que não dava pra controlar, conseguia derrubar alguns dos LPs do meu querido papai e quebrar o disco com a Sinfonia que procurara por anos e pela qual não economizou lamentos, pois nunca mais encontrou outro.(Naquele tempo não tinha Internet) Puxa estou bastante feliz com isso, pois a minha geração passou por todas estas transformações numa rapidez inacreditável.Hoje qdo me bato com as dificuldades provenientes do meu grande respeito aos botões e imploro que algum dos 3 experts que moram comigo conceda a benesse de me dar uma mãozinha sempre vem a frase que já é quase um dogma: mãe não precisa ter medo, botão foi feito pra ser apertado. Não respondo, mas lá no íntimo fica a interrogação; E se explodir tudo e for pro espaço? Melhor deixar.